Se alguém ainda tinha dúvidas sobre se carros elétricos poderiam oferecer desempenho genuinamente emocionante, Mercedes-Benz está prestes a encerrar esse debate de forma espetacular. O fabricante alemão está preparando um carro elétrico de super desempenho que desafia todas as noções convencionais sobre limite de potência na mobilidade elétrica.
<cite index="8-14,8-15">Previamente mostrado pelo Concept AMG GT XX, o modelo de produção estreará até maio de 2026, conforme confirmado pelo CEO Ola Källenius na Atualização da Estratégia Mercedes-Benz 2026. O modelo de quatro portas com desempenho deverá gerar acima de 1.000 kW (1.340 cv) com tri-motor AWD, usando um motor frontal e dois motores axiais traseiros</cite>.
Os números de desempenho não são apenas impressionantes—são transcendentais para a indústria. <cite index="8-16,8-17">A velocidade máxima é esperada acima de 224 mph (360 km/h), com 0-62 mph (0-100 km/h) em menos de 2,5 segundos. A potência de carregamento pode exceder 850 kW, adicionando 250 milhas (400 km) em 5 minutos</cite>. Para colocar em perspectiva: essa aceleração rival supercarros de gasolina de herança lendária, enquanto oferece silence elétrico como bonus.
A arquitetura tri-motor da Mercedes representa um avanço na engenharia elétrica. Com um motor frontal e dois motores traseiros axiais independentes, o sistema oferece controle de tração e dinâmica de dirigibilidade impossíveis com arquiteturas convencionais. Isso permite o tipo de controle de vetorização de torque que anteriormente existia apenas em sistemas hidráulicos caros.
Embora Mercedes não tenha divulgado oficialmente o preço, especula-se que este será um veículo de prateleira premium, posicionado no segmento de super carros de prestígio. Não será um carro para todos, mas representa exatamente o ponto que a indústria quer estabelecer: a era dos carros elétricos rápidos, luxuosos e tecnologicamente avançados não é um futuro distante—é maio de 2026.
Este carro elétrico Mercedes não é apenas um exercício de engenharia. Simboliza o momento em que os fabricantes de luxo tradicionais deixam de "adaptar" tecnologia elétrica e começam a explorar suas propriedades únicas para criar experiências genuinamente novas. É o punto de inflexão.