Principais pontos

  • Os preços do Apple Music e Apple One sofreram reajustes de até 17% no mercado brasileiro em 2026.
  • O plano individual do Apple Music subiu para R$ 23,90, enquanto o plano familiar passou a custar R$ 40,90 mensais.
  • No pacote Apple One, o plano Premium subiu para R$ 104,90 por mês, enquanto o plano Individual manteve o preço de R$ 42,90.
  • O último aumento de tarifas do Apple Music no Brasil havia ocorrido em 2022, enquanto o Apple One subiu anteriormente em maio de 2025.

A Apple reajustou os preços das assinaturas do Apple Music e do pacote de serviços Apple One no Brasil, com aumentos que chegam a 17%. A mudança nos valores ocorre devido ao aumento dos custos de licenciamento de conteúdo, de acordo com a empresa.

Os novos valores já estão em vigor para os usuários brasileiros. No caso do Apple Music, o plano Individual passou a custar R$ 23,90 mensais, enquanto a assinatura Família subiu para R$ 40,90 por mês. O plano Universitário foi reajustado para R$ 12,90 mensais. Para novos assinantes de ambos os serviços, a empresa oferece o primeiro mês de acesso gratuito.

Mudanças nos planos do Apple One no Brasil

O pacote de serviços Apple One, que reúne armazenamento no iCloud, Apple Music, Apple TV+ e Apple Arcade, também teve seus valores alterados em algumas modalidades. O plano Apple One Individual permaneceu sem alteração, custando R$ 42,90 mensais.

Por outro lado, os planos compartilhados receberam novos valores. A opção Familiar subiu para R$ 64,90 por mês. Já o plano Premium, que oferece a maior quantidade de armazenamento e benefícios adicionais, passou a custar R$ 104,90 mensais.

Justificativa corporativa e histórico de reajustes

Em comunicado oficial, a Apple justificou o reajuste. De acordo com a empresa, os reajustes são efeito do "aumento dos custos de licenciamento" do conteúdo que é oferecido na plataforma de streaming.

Este reajuste encerra um período de estabilidade de preços no país. O último reajuste nos preços do Apple Music no Brasil havia ocorrido em 2022. Já o pacote Apple One passou por um aumento de preços anteriormente em maio de 2025. Vale lembrar que a Apple já havia realizado reajustes anteriores nos preços de serviços como Apple TV, Apple Arcade e Apple News+.

Cenário internacional de streaming de áudio

A alta dos preços das assinaturas também reflete um movimento global da empresa. De acordo com o site 9to5Mac, a assinatura individual do Apple Music nos Estados Unidos subiu de 11 para 12 dólares mensais. Da mesma forma, o plano familiar no mercado norte-americano passou de 17 para 20 dólares mensais, enquanto a versão para estudantes subiu para 6,99 dólares.

A página de preços atualizada da Apple aponta que os planos Apple One Família e Premium tiveram um reajuste de 2 dólares mensais nos Estados Unidos, enquanto o plano individual manteve o valor de 20 dólares. Além da Apple, outras empresas do setor também revisaram suas tarifas recentemente; o concorrente Spotify, por exemplo, implementou aumentos de preços nos Estados Unidos no início de 2026.

Perguntas frequentes

Quanto custa a assinatura do Apple Music no Brasil?

A assinatura do Apple Music no Brasil custa R$ 23,90 por mês no plano Individual e R$ 40,90 mensais no plano Família. Estudantes universitários pagam R$ 12,90 por mês após o reajuste. Novos assinantes elegíveis continuam recebendo o primeiro mês de acesso de forma gratuita para testar a plataforma.

Qual é o preço atualizado do Apple One no Brasil?

O preço atualizado do Apple One no Brasil é de R$ 42,90 mensais para o plano Individual, R$ 64,90 para o plano Familiar e R$ 104,90 para o plano Premium. O reajuste de até 17% afetou apenas as modalidades compartilhadas, mantendo o valor da opção básica individual sem alterações.

Por que a Apple aumentou os preços das assinaturas em 2026?

A Apple aumentou os preços no Brasil devido ao aumento dos custos de licenciamento de conteúdo das plataformas de streaming de áudio. Esse reajuste nacional acompanha um movimento global de revisão de tarifas da empresa, que também elevou os valores das assinaturas nos Estados Unidos recentemente.